Últimas notícias em 23/10/2020 07:37:20

22/10/2020 15:34 Conversíveis em ações e em 2 séries Gafisa fará 16ª emissão de debêntures
A Gafisa (B3: GFSA3) anunciou sua 16ª emissão de debêntures, conversíveis em ações e em 2 séries.

Consequentemente, o o capital social da Companhia será aumentado quando da conversão das debêntures, desde que observado o limite de aumento de 600 M.

A oferta  - em vigor desde ontem (2020-10-21) - consiste no montante total de R$ 117,5 M. O valor nominal unitário de cada debênture é de R$10 K.

Serão emitidas, ao todo, mais de 11,7 K debêntures, sendo 4,2 K na Série I e 7,5 na Série II. As debêntures da Série I vencem em 2020-11-16. Já as da Série II vencem em 2021-03-31.
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22/10/2020 15:23 Eletrobras converteu créditos próprios Eletronuclear recebe aporte de mais de R$ 1,8 B
A Eletronuclear, controlada da Eletrobras (B3: ELET3, ELET5 e ELET6), vai receber aporte financeiro para aumentar seu capital.

O valor aprovado é de mais de R$ 1,8 B, que serão providos por meio da conversão de créditos de Adiantamentos para Futuro Aumento de Capital (AFAC) no valor de R$ 850 M, bem como pela conversão de créditos de financiamento no valor de pouco mais de R$ 1 B, ambos pertencentes à Eletrobras.
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22/10/2020 15:11 Comandante passou por diversas instituições BRB DTVM anuncia Alexsandra Braga como presidente
Meses após reempossar Paulo Henrique Rodrigues como seu presidente, o BRB - Banco de Brasília (B3: BSLI3 e BSLI4) anunciou Alexsandra Camelo Braga como nova Diretora-Presidente do BRB DTVM.

Alexsandra Braga, Bacharel em Engenharia Civil pela Universidade de Brasília, com Pós-Graduação em Desenvolvimento Gerencial e MBA em Gestão Financeira e de Mercado de Capitais pela Fundação Getúlio Vargas, MBA em Gestão de Riscos pela Faculdade Michelangelo e Mestrado em Contabilidade pela Torrens University Australia.

Possui experiência em funções estratégicas complexas em instituições financeiras e conhecimento das operações de banco e mercado de capitais.

Na Caixa Econômica Federal exerceu funções relevantes, como Gerente Nacional de avaliação de Riscos de Grande Operações, Superintende Nacional de Risco de Crédito, Diretora Executiva de Gestão de Ativos de Terceiros, Diretora Executiva de Risco e Controle, Vice-Presidente de Risco e Controladoria, Diretora de Administração, Finanças e Relações com Investidores.

Nos Correios Participações foi Diretoria Executiva de Governança Corporativa. Na BRB DTVM foi Diretora Administrativa, Financeira e de Serviços e Diretora de Gestão de Recursos de Terceiros.
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22/10/2020 14:52 85% do total que possui Technos conclui renegociações de dívidas
A Technos (B3: TECN3) informou que concluiu com sucesso a renegociação de 85% de suas dívidas, feitas com seus principais credores.

Por conta de tal renegociação, a Companhia obteve alongamento de dívidas em montante de cerca de R$ 119,9 M, que passam a ter prazo médio de vencimento de 4,3 anos (números não auditados).

Além disso, a Companhia afirma que continua atenta ao cenário decorrente da pandemia, implementando ações para preservar a saúde de seus colaboradores bem como para fortalecer sua saúde financeira.
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22/10/2020 14:39 Proposta foi considerada superior Ânima 'atravessa' Ser e deve ficar com Laureate
Se na semana passada os administradores da Ser Educacional (B3: SEER3) estavam esperançosos pela compra dos ativos brasileiros da Laureate, tal esperança está quase morta, se é que já não morreu. Isso porque a Laureate confirmou que aceitou a proposta da Ânima (B3: ANIM3) por tê-la considerado melhor que a da Ser, mesmo com ambos já tendo praticamente fechado um acordo.

Em contrapartida, a Ser agiu rápido e acionou a Laureate na Justiça por meio de medida cautelar, na tentativa de impedir a negociação com a concorrente, entre outros pedidos. Porém, a Companhia obteve liminar somente para que o acordo assinado entre as partes não pudesse ser rescindido até o julgamento em definitivo da liminar, o que será feito após manifestação da Laureate.

Por sua vez, a Ânima disse que manterá sua proposta como fora apresentada enquanto aguarda a decisão judicial.
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22/10/2020 13:47 Empresa confia em sua proposta StoneCo não vai alterar oferta por Linx
A StoneCo, por meio de sua controlada no país, a STNE Participações, em comunicado enviado à Linx (B3: LINX3), desmentiu o jornalista Lauro Jardim, que afirmou que a Companhia pensava em fazer nova proposta pela empresa brasileira de TI.

De acordo com o comunicado, a proposta não será alterada, pois a StoneCo reforçou sua convicção de que sua proposta é a mais atrativas 'não apenas para os acionistas da Linx, mas para seus clientes e funcionários, que se beneficiarão de uma cultura de trabalho colaborativa que põe o cliente em primeiro lugar de tudo que é feito na companhia'.

A Linx deve decidir seu futuro de uma vez no próximo dia 2020-11-17, quando irá deliberar novamente a proposta da StoneCo, já aceita, além de apresentar aos acionistas a oferta feita pela Totvs (B3: TOTS3).

Confira abaixo o desdobramento do 'embate' entre StoneCo, Linx e Totvs:

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22/10/2020 13:09 CADE precisa aprovar aumento de participação D'Or S. Luiz pede autorização por Qualicorp
A Qualicorp (B3: QUAL3) e a D'Or São Luiz anunciaram que a administradora de hospitais solicitou ao CADE autorização para aumentar sua participação na vendedora de planos de saúde.

Contudo, a Rede D'Or ainda não definiu se, de fato, efetuará o aumento e sequer a quantidade de ações a serem compradas, caso resolvam efetuá-lo e o CADE aprove.

Segundo dados da plataforma Solers, atualmente, a D'Or São Luiz possui 12,9% de participação na Qualicorp. Os demais investidores são a Pátria Investimentos (5%), a Opportunity Asset (5,5%) e outros acionistas (76,9%).
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22/10/2020 12:05 Pedindo ressarcimento de passagens Acionistas da Smiles processam GOL
Alguns acionistas da Smiles (B3: SMLS3), controlada da GOL (B3: GOLL4) solicitaram abertura de processo arbitral contra a companhia aérea.

Segundo informações do 'Valor Econômico', tais acionistas teriam pedido, há cerca de 3 meses, pedido de anulação das operações de vendas antecipadas de passagens da Companhia com a devolução dos valores envolvidos - cerca de R$ 1,6 B - para o caixa da Smiles.

Ainda de acordo com tais informações, os acionistas alegam que a GOL abusou do poder sobre sua controlada quando fechou tais operações, em 2020-07. Posteriormente, a Smiles teria afirmado que a operação era interessante apenas para sua controladora.

Em resposta, a GOL afirmou que a arbitragem ainda não foi instituída, 'dado que os árbitros ainda não foram nomeados, havendo, neste momento, apenas um requerimento de instauração de arbitragem'.

Dessa forma, a Companhia alegou não ter 'conhecimento formal e completo' das alegações dos acionistas, ficando assim impossibilitada de avaliar eventuais impactos do processo à GOL e à seus acionistas.

A companhia aérea terminou afirmando que, 'com base nas informações que possui até o momento e após consulta aos seus assessores jurídicos, a Companhia acredita que as alegações dos reclamantes não têm potencial para representar impactos relevantes à Companhia ou aos seus acionistas'.

Vale recordar que, em 2019-12, a GOL propôs fusão com a Smiles, cancelada em 2020-03 devido a pandemia de Covid-19.
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21/10/2020 11:21 Expectativa está entre R$ 4 B e R$ 4,5 B EZ Tec projeta VGV entre 2020 e 2021
A Ez Tec (B3: EZTC3) divulgou sua projeção de VGV (Valor Geral de Vendas) para o agregado de 2020 e 2021.

A expectativa da Companhia, para empreendimentos exclusivamente residenciais, está entre R$ 4 B e R$ 4,5 B, considerando somente a participação da empresa.

A projeção já inclui o valor de R$ 770 M referente aos lançamentos residenciais realizados nos 3 primeiros trimestres de 2020. A Companhia ainda frisou que, por ser uma projeção, está sujeita a riscos e incertezas.
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21/10/2020 11:02 Oferta foi apresentada há mais de 2 meses Totvs dá novo prazo a Linx
O imbróglio envolvendo a venda da Linx (B3: LINX3) para a StoneCo segue se arrastando. Isso porque, ontem (2020-10-20), a Totvs (B3: TOTS3) prorrogou novamente sua proposta de compra.

Em sucinto comunicado, a Companhia informou que sua proposta vale agora até 2020-12-31, sendo que foi apresentada à Linx em 2020-08-14, ou seja, há mais de 2 meses.

Neste período, houve muitas trocas de 'farpas' e de acusações entre as Companhias, principalmente por parte da Totvs, que acusa a Linx de não estar dando a devida atenção à proposta e de impedir que seus acionistas decidam o destino da empresa.

Abaixo você confere todas as notícias acerca deste caso, desde a oficialização do negócio entre Linx e StoneCo:

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21/10/2020 10:48 Companhia avalia com bancos possibilidade Blau Farmacêutica pensa em OPA
A Blau Farmacêutica informou que está analisando a realização de nova OPA.

Para tanto, a Companhia disse que vem mantendo conversas com o Itaú BBA e o J.P. Morgan para avaliação de eventual oportunidade e conveniência de potencial transação.

Porém, ainda não há decisão sobre o tema.
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21/10/2020 09:53 Contrato é de 30 anos Aegea e Cesan vencem licitação em Cariacica/ES
A Aegea anunciou que, em conjunto com a Cesan, venceu a licitação promovida pelo Estado do Espírito Santo para administração do esgotamento sanitário de Cariacica.

A concessão prevê a execução de obras de infraestrutura em esgotamento sanitário, melhorias, manutenção e operação dos sistemas do município.

Além disso, estão previstos gastos na casa dos R$ 580 M em infraestrutura ao longo da duração do contrato, sendo que R$ 180 M já devem ser investidos nos 5 primeiros anos. O custo total da concessão até seu término deve chegar à casa dos R$ 1,3 B.

A Aegea aguardará a publicação da homologação e adjudicação da Concessão para posterior assinatura do Contrato de Parceria Público-Privada.

A Concessão terá prazo de 30 anos e é a 3ª operação da Companhia no Espírito Santo, sendo a 46º concessão a ser operada pela Aegea.

Segundo a Companhia, os recursos para os investimentos necessários na concessão serão provenientes do caixa da Aegea e de fontes diversificadas de financiamento.
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21/10/2020 09:40 Banbra 8,5% BB recompra título de dívida perpétuo de 2009
 O Banco do Brasil (B3: BBAS3) comunicou a recompra total do título de dívida perpétuo Banbra 8,5%, emitido em 2009, vigente sob as regras de Basiléia II.

A recompra será feita por 100% do seu valor de face, acrescido dos juros acruados e não pagos até 2020-10-20.

A operação de recompra será realizada com recursos provenientes do caixa do BB e não trará impactos relevantes para os níveis de liquidez e de capital da instituição, de acordo com a Companhia.
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21/10/2020 09:02 Sendo 7 comerciais e 21 executivos Embraer entrega 28 jatos no 3T/2020
A Embraer (B3: EMBR3) divulgou que efetuou a entrega de 28 jatos no T3/2020, sendo 7 deles comerciais e 21 executivos.

Em 2020-09-30, a carteira de pedidos firmes a entregar da Companhia totalizava US$ 15,1 B. Entre as encomendas de 2020, estão o E190, o Phenom 300 e o Legacy 650.

No 3T/2020, a Embraer Aviação Executiva alcançou a marca de 250 jatos executivos em operação na América Latina com a entrega de um Phenom 100EV e de um Phenom 300E para 2 clientes brasileiros, separadamente.

Ainda no 3T/2020, a Helvetic Airways assinou contrato de conversão de 4 de seus pedidos firmes remanescentes para o jato E195-E2.

O pedido original, para 12 aeronaves E190-E2, com direitos de compra para outros 12 e de conversão para o E195-E2, foi anunciado em 2018-09.

Até agora, a Embraer entregou 5 E190-E2 à Helvetic Airways e as entregas das demais 7 aeronaves, incluindo os 4 E195-E2, serão concluídas antes do final de 2021, segundo a Companhia.

Além disso, a Bamboo Airways, do Vietnã, recebeu e iniciou operações com 2 jatos E195 usados de 1ª geração de E-Jet.
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20/10/2020 12:53 Companhia não concordou com 1 item da pauta BNDESPAR questiona AGE da JBS
A JBS (B3: JBSS3) recebeu carta de um de seus controladores, a BNDESPAR, acerca de um dos itens colocados na pauta da próxima AGE (Assembleia Geral Extraordinária) da Companhia, marcada para 2020-10-30.

Originalmente, o BNDESPAR solicitou a AGE para discutir com os acionistas acerca de ação contra os ex-controladores da JBS no âmbito da Lava Jato.

Tal solicitação foi inserida na pauta pela JBS nos itens vi e vii, porém, o item viii foi questionado pelo BNDESPAR. Tal item propõe o seguinte:

'A hipótese de aprovação da deliberação objeto do item (vi) e/ou do item (vii), deliberar que caberá à administração avaliar e tomar as medidas pertinentes a essa matéria segundo o interesse social, inclusive avaliar a propositura de novas demandas ou a participação da Companhia nos Procedimentos CAM 93/17 e 110/18 em curso perante a Câmara de Arbitragem do Mercado.'

A BNDESPAR alega que tal item é uma 'afronta' ao direito previsto no Artigo 159 da Lei nº 6404/76 (Compete à companhia, mediante prévia deliberação da assembleia geral, a ação de responsabilidade civil contra o administrador pelos prejuízos causados ao seu patrimônio).

A acionista alega que, caso o item seja aprovado, condiciona ao arbítrio da Administração a eficácia dos itens antecessores. Também considerou 'igualmente grave' a possibilidade de o acionista controlador votar favorável ao item viii e, assim, 'frustrar' a matérias anteriores já decididas pelos acionistas.

O BNDESPAR seguiu com seu ponto de vista: ' Ou seja, se o item viii do Edital for deliberado, na prática, haveria  delegação imprópria e ilegal de atribuições à Administração da Companhia para eventualmente deixar de promover ação de responsabilidade já aprovada nos itens vi e vii, estes sim verdadeira expressa da vontade social na forma da lei, com o devido impedimento de voto dos controladores e, assim, frustrando o direito dos acionistas minoritários."

Em resposta, a JBS ressaltou que seu Conselho se manifestou contrário às matérias solicitadas pelo BRADESPAR e que o acionista não tem direito a excluir uma matéria da pauta, mas, votar contra sua aprovação.

A JBS informou ainda que discorda da votação das matérias acerca da ação contra os irmãos Batista e outros ex-controladores, pois não crê que a propositura de ação indenizatória seja uma 'matéria simples e sem riscos', como, segundo a Companhia, vem sendo tratada pelo BNDESPAR.

No entendimento da JBS, tal ação envolve 'série complexa de fatores', como preservar a reputação da Companhia no Mercado, estabilidade de seus negócios, reação do Mercado a tal assunto, entre outros. Por isso, quer tratar os itens com cautela.

Sobre o item viii, a JBS afirmou que este não entra em conflito com anteriores, pois ele 'cuida da competência da administração para definir os melhores meios de implementar a deliberação dos acionistas segundo o interesse social'.

A Companhia ainda frisou que o item confere segurança jurídica para a administração escolher os meios mais eficazes, além de que o BNDESPAR se 'equivocou' na interpretação do item.
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20/10/2020 12:25 Sistemas foram alvo de ataque hacker Braskem normaliza acesso às suas plataformas
A Braskem (B3: BRKM3, BRKM5 e BRKM6) informou que, após implementação dos procedimentos aplicáveis para retorno seguro de suas atividades, normalizou o acesso a grande parte dos seus servidores e softwares, possibilitando a regularização de suas operações.

Em 2020-10-07, a Companhia foi alvo de ataque hacker. A Braskem informou ainda que continua investigando a possibilidade de ter havido extração de informações e dados pessoais, não havendo, até o presente momento, confirmação de tal acontecimento.

Por fim, a empresa afirmou que segue empreendendo todos os esforços na avaliação da extensão desse incidente, "tomando as ações cabíveis, inclusive perante a esfera criminal e ainda não consegue assegurar os eventuais impactos decorrentes do incidente".
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20/10/2020 12:11 Tanto judiciais como extrajudiciais Eletrobras aprova Política de Acordos
A Eletrobras (B3: ELET3, ELET5 e ELET6) anunciou que seu Conselho de Administração aprovou a Política de Celebração de Acordos Judiciais e Extrajudiciais das Empresas Eletrobras.

Segundo a Companhia, a Política tem por objetivo:

  • Estabelecer diretrizes que visam orientar os processos de identificação, avaliação, tratamento e parametrização de litígios que envolvam as empresas Eletrobras e que sejam passíveis de transação, em conformidade com o intuito da Resolução nº 125/2010 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), os princípios da celeridade e adequação dos processos de solução consensual com os interesses do sistema e com as melhores práticas de mercado.

A Política está disponível na íntegra no site da Eletrobras.
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20/10/2020 12:07 Controlada também pode entrar no Nível 2 da B3 CSN apresenta pedido de OPA ON
A CSN (B3: CSNA3) anunciou que efetuou pedido à CVM para realizar OPA primária e secundária de ações ON.

A oferta foi aprovada em AGE (Assembleia Geral Extraordinária) de acionistas e em reunião do Conselho de Administração da CSN Mineração, ambas realizadas em 2020-10-15, conjuntamente com a submissão do pedido de adesão da CSN Mineração ao segmento especial de listagem do Nível 2 da B3.

A eventual participação da Companhia na oferta, mediante a alienação de ações ON de emissão da CSN Mineração que sejam de sua titularidade, está sob avaliação pela Companhia.

Serão oportunamente fixados os demais termos e condições da Oferta, incluindo a quantidade de ações ON objeto da Oferta e o preço por ação, conforme venha a ser acordado na data de precificação da oferta após a apuração do resultado do Bookbuilding.
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20/10/2020 11:56 903 empregados aderiram Banrisul conclui PDV
O Banrisul (B3: BRSR3, BRSR5 e BRSR6) concluiu seu PDV (Programa de Desligamento Voluntário).

O PDV teve adesão de 903 empregados. Desse modo, as medidas para a implementação dos desligamentos serão adotadas pelo Banrisul. 

Este PDV, além de superar o número de adesões dos empregados dos PDVs anteriores, se diferenciou de seus antecessores por ter sido firmado por intermédio de ACT (Acordo Coletivo de Trabalho) realizado com as entidades sindicais representantes da categoria bancária, contendo cláusula específica de quitação total do contrato de trabalho.
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20/10/2020 11:34 Controladora estuda venda C&A pode sair do Brasil
A C&A (B3: CEAB3) pode estar de saída do Brasil. Isso porque, segundo o jornal 'Valor Econômico', a família Brenninkmeijer, controladora da família no País, estuda a venda mais uma vez.

Há pouco, a família se desfez de seus ativos na China e no México e já teria avisado a fundos estrangeiros sobre seu interesse em receber propostas pela C&A.

Ainda de acordo com o 'Valor', a venda poderia ter sido realizada no ano passado, porém, a negociação não avançou por conta dos preços envolvidos.

Em 2020, a pandemia de Covid-19 interrompeu 'em definitivo' os planos de venda da Companhia, porém, até mais recentemente somente, quando as operações da C&A voltaram, causando alta no preço de suas ações.

O Grupo COFRA Holding, também controlador da Companhia, respondeu o seguinte sobre a reportagem: "A COFRA confirma que nenhum processo está em andamento no que diz respeito à C&A e que continua apoiador do negócio e de sua performance."
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